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Caminho das requisições ​

Este diagrama mostra por onde passa cada tipo de tráfego, da internet até os dados. O tráfego regulado e o tráfego público seguem caminhos separados desde a entrada no cluster.

Caminho das requisições até os serviçosParticipantes, navegadores e aplicativos entram pelo balanceador de carga da nuvem e pelos Gateways do Cilium. O tráfego regulado passa pelo Kong com mTLS obrigatório; o público pelo Kong de API; login, console e portal vão direto ao destino. Os serviços usam PostgreSQL e Redis em sub-redes privadas e o NATS dentro do cluster.Participantescertificado ICP-BrasilClientes finais e operadoresnavegadorAplicativos e integraçõesAPIs públicasNuvem da instituição (AWS ou Azure)Balanceador de carga da nuvemCluster KubernetesGateway Cilium (TLS passthrough)api · matls-api · matls-authGateway Cilium (termina TLS)auth · admin · docsKong reguladoexige certificadoKong de APIcertificado opcionalKeycloaklogin e consentimentoPower Admine portal de APIServiços da plataformabanking · insurance · data-public · powerNATS JetStreameventos internosSub-redes privadasPostgreSQL gerenciadosem acesso públicoRedis gerenciadosem acesso públicocertificadorepassado

Entrada ​

  • Balanceador de carga da nuvem. Recebe o tráfego da internet e o entrega aos Gateways do Cilium dentro do cluster.
  • Gateway em modo passthrough (api., matls-api., matls-auth.). Não abre o TLS: roteia pelo nome do host e entrega a conexão cifrada ao Kong. Assim, o certificado de cliente chega intacto ao ponto que o valida.
  • Gateway que termina TLS (auth., admin., docs.). Usa certificados públicos emitidos e renovados automaticamente pelo cert-manager.

Tráfego regulado ​

  • O Kong regulado atende matls-api. e matls-auth. e exige certificado de cliente, validado contra a cadeia ICP-Brasil informada pela instituição, só com TLS 1.2 e as cifras do perfil FAPI.
  • O Kong repassa o certificado ao serviço, que confere de novo a cadeia ICP-Brasil e compara o certificado com o vínculo do token de acesso.
  • Registro dinâmico, PAR e troca de código por token passam pela camada FAPI da plataforma antes de chegar ao Keycloak.

Tráfego público e administrativo ​

  • O Kong de API atende api., com certificado de cliente opcional, limites de requisição e identificador de correlação.
  • O Keycloak recebe em auth. só os caminhos necessários ao login e ao consentimento; o realm master, de administração do próprio Keycloak, não é exposto.
  • O Power Admin e o portal de API da instalação ficam em admin. e docs..

Rede interna e dados ​

  • A rede do cluster nega todo tráfego por padrão. Cada fluxo permitido é declarado: por exemplo, o Keycloak só aceita conexões dos gateways e dos serviços que precisam dele.
  • As chamadas de saída para outros participantes saem direto dos serviços, com mTLS, e só para destinos autorizados.
  • O PostgreSQL e o Redis gerenciados ficam em sub-redes privadas, sem acesso público. O NATS JetStream roda dentro do cluster.

Finnest Power — plataforma Open Finance Brasil e Open Insurance Brasil. Contato: oi@finnest.com.br