Aparência
Caminho das requisições
Este diagrama mostra por onde passa cada tipo de tráfego, da internet até os dados. O tráfego regulado e o tráfego público seguem caminhos separados desde a entrada no cluster.
Entrada
- Balanceador de carga da nuvem. Recebe o tráfego da internet e o entrega aos Gateways do Cilium dentro do cluster.
- Gateway em modo passthrough (
api.,matls-api.,matls-auth.). Não abre o TLS: roteia pelo nome do host e entrega a conexão cifrada ao Kong. Assim, o certificado de cliente chega intacto ao ponto que o valida. - Gateway que termina TLS (
auth.,admin.,docs.). Usa certificados públicos emitidos e renovados automaticamente pelo cert-manager.
Tráfego regulado
- O Kong regulado atende
matls-api.ematls-auth.e exige certificado de cliente, validado contra a cadeia ICP-Brasil informada pela instituição, só com TLS 1.2 e as cifras do perfil FAPI. - O Kong repassa o certificado ao serviço, que confere de novo a cadeia ICP-Brasil e compara o certificado com o vínculo do token de acesso.
- Registro dinâmico, PAR e troca de código por token passam pela camada FAPI da plataforma antes de chegar ao Keycloak.
Tráfego público e administrativo
- O Kong de API atende
api., com certificado de cliente opcional, limites de requisição e identificador de correlação. - O Keycloak recebe em
auth.só os caminhos necessários ao login e ao consentimento; o realmmaster, de administração do próprio Keycloak, não é exposto. - O Power Admin e o portal de API da instalação ficam em
admin.edocs..
Rede interna e dados
- A rede do cluster nega todo tráfego por padrão. Cada fluxo permitido é declarado: por exemplo, o Keycloak só aceita conexões dos gateways e dos serviços que precisam dele.
- As chamadas de saída para outros participantes saem direto dos serviços, com mTLS, e só para destinos autorizados.
- O PostgreSQL e o Redis gerenciados ficam em sub-redes privadas, sem acesso público. O NATS JetStream roda dentro do cluster.